Vídeo Curioso

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Os répteis se reproduzem sexualmente da mesma forma que outros vertebrados. Antes de procriar, muitas espécies de répteis entram em rituais de acasalamento que podem levar horas ou até dias. O comportamento entre eles durante o acasalamento é amplo e varia entre as diferentes ordens. Os lagartos machos podem mudar de cor ou esvoaçar a pele localizada ao redor da garganta; algumas cobras entram em processos complexos de entrelaçamento e perseguição; as tartarugas e jabutis podem golpear seus prováveis companheiros com as suas patas e os crocodilos e jacarés costumam a berrar ou rosnar, indicando que estão prontos para o acasalamento. Em muitas espécies, as demonstrações de acasalamento dos machos estão feitas para intimidar outros machos e atrair as fêmeas. O ato de acasalamento pode ser incômodo e muito perigoso, principalmente entre as grandes tartarugas e crocodilos, pois estão menos preparados para movimentos ágeis na terra. As tartarugas marinhas costumam a acasalar na água, pois o meio ajuda a suportar seus corpos pesados.

A maioria dos répteis coloca ovos. As fêmeas defendem seus ovos com violência até os filhotes nascerem.

A maioria dos répteis é ovíparo, isto significa que colocam ovos. A desova pode ser feita de muitas maneiras no mundo dos répteis. Algumas espécies podem colocar grandes quantidades de ovos, que se desenvolvem sozinhos, muitas vezes em ninhos escondidos e bem protegidos, embaixo da terra ou na areia. Tartarugas marinhas como as tartarugas-verdes, por exemplo, chegam na praia para desovar na areia, onde os ovos são deixados para se desenvolverem sozinhos. Em outras espécies como as dos crocodilos ou pítons, as fêmeas defendem o ninho com agressividade, passando longos períodos ao redor do local e afastando qualquer predador.

A maioria das espécies de répteis é ovovivípara, o que significa que os embriões se desenvolvem em ovos de casca fina dentro do corpo da mãe. Os ovos chocam antes de serem colocados para fora do corpo, por isso pode parecer que as espécies ovovivíparas geram os filhotes vivos. A Ovoviviparidade pode ser encontrada em várias espécies de lagartos e cobras.

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Formigas

Um cérebro grande não é necessário para dar aulas. Antes que professores fiquem indignados e inundem a Folha com cartas raivosas, segue o motivo: a afirmação se refere a formigas, e foi feita por dois pesquisadores que analisaram um fenômeno único na natureza –um inseto ensinando outro.

“Nossa identificação de comportamento de ensino em uma formiga mostra que um cérebro grande não é um pré-requisito para isso”, escrevem Nigel Franks e Tom Richardson, da Universidade de Bristol, Reino Unido, na edição de hoje da revista científica “Nature”.

Claro, o cérebro continua importante. “Talvez animais com cérebro grande possam muitas vezes aprender de modo independente”, disse Franks à Folha .

Os dois afirmam que o exemplo que encontraram de relacionamento professor-aluno é inédito no reino animal, descontando-se o ser humano. “Um indivíduo é um professor se ele modifica seu comportamento na presença de um observador, com algum custo inicial para ele próprio, para poder dar um exemplo, de modo que o outro indivíduo aprenda mais rápido”, definem eles.

Eles estudaram o modo como uma formiga “professora” ensinava à “aluna” o caminho até uma fonte de comida. O caminho era demorado, e envolvia uma relação entre as duas –a “aluna” tocava a “professora” nas pernas ou abdômen com sua antena, e ela modificava seu comportamento em seguida.

Dar aula custa caro para a formiga professora. Ela poderia chegar quatro vezes mais rápido à fonte de comida se não tivesse de ensinar o caminho.

Pombos

Os pombos-correios se orientam graças ao campo magnético da Terra e não ao seu olfato, indica estudo publicado pela revista “Nature”, que chama atenção para a existência de magnetita no bico das aves.

Segundo a pesquisa, esse “ímã natural” permite aos pombos ter uma percepção magnética dos percursos e cobrir grandes distâncias sem se perderem, regressando depois ao ponto de partida.

M as esta explicação magnética das aptidões dos pombos-correios é contestada por alguns especialistas que atribuem a orientação destes pássaros a certos odores que vão encontrando na atmosfera.

Campo magnético

No seu trabalho de pesquisa, a equipe do professor Cordula Mora, da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, conseguiu provar que os pombos são sensíveis às perturbações do campo magnético da Terra.

Numa experiência, os pombos-correios foram colocados num túnel de madeira com uma bobina elétrica móvel em sua parede externa. Os pássaros se dirigiam para uma das saídas do túnel se o campo magnético era perturbado, e para o outro no caso contrário.

Quando os pesquisadores colocavam um ímã em seus bicos, a capacidade para seguir as instruções da bobina ficava enfraquecida. O mesmo efeito foi observado quando o bico as aves era anestesiado.

Segundo os especialistas, o experimento demonstrou que os pombos realmente se orientam pelo campo magnético. Além disso, a capacidade de orientação dos pássaros diminui quando se corta um nervo que fornece informações visuais ao cérebro, mas não com o corte do nervo olfativo, o que prova, segundo eles, que não dependem de odores para regressar ao seu ponto de partida.

Cupins

Uma equipe de especialistas da Universidade britânica de Loughborough desenvolve um projeto para usar cupins como modelos de construção de edifícios baratos e não prejudiciais ao meio ambiente.

Durante três anos, os cientistas que participam do estudo averiguarão os sistemas de ventilação dos montes construídos por cupins africanos, segundo informa hoje o jornal Financial Times.

O objetivo da pesquisa é determinar como é regulada a qualidade do ar, a temperatura e os níveis de hidratação em um espaço debaixo do qual podem viver até 1 milhão de cupins.
O projeto será iniciado na Namíbia, onde a estrutura interna dos ninhos – cujo comprimento oscila entre três e nove metros – será observada com o objetivo de elaborar um modelo informativo de três dimensões, que dará uma idéia do seus funcionamento.
Scott Turner, um dos pesquisadores do projeto, vê os ninhos como “órgãos de intercâmbio de gases, que atendem às necessidades respiratórias da colônia, situada aproximadamente a um ou dois metros de profundidade”.

Para Turner, o fato de suprir estas necessidades é “prodigioso” já que, explicou, “cada ninho contém até um milhão de cupins que, de modo coletivo, consomem oxigênio na mesma proporção que uma vaca”.

Assim, estes ninhos são construídos de modo a captar a máxima quantidade de energia eólica para ventilar seu interior e conseguir um equilíbrio interno com pouca variação de temperatura, umidade e qualidade do ar.

Com os achados deste estudo, se procura “levantar pistas que ajudem no desenvolvimentos de novos tipos de habitações humanas auto-suficientes”, indicou Rupert Soar, responsável pelo projeto.

Água-Viva

Você sabia que…
Um dos mais mortais animais na face da Terra, também chamada de “Sea Wasp”.
Essa água-viva, com corpo meio quadrado, habita o Norte e Nordeste da Austrália, e pode ser encontrada por toda a extensão da Barreira de Corais, ou seja: Por cerca de 2.000 Km.
A toxina presente nos tentáculos que chegam à muitos metros de comprimento, é tão forte, que os poucos sobreviventes de um encontro com uma Box Jellyfish, descrevem a dor mais como um choque elétrico constante, do que uma queimadura…

Onça

Você sabia que…
A onça pintada ou jaguar, possui hábitos noturnos e é solitária. Necessita de pelo menos 2 kg de alimento por dia. Excelente caçadora e nadadora, costuma abater pacas, catetos, capivaras, veados e até peixes, selecionando naturalmente as presas mais fáceis de serem abatidas…

Abelhas

Você sabia que…
O veneno da abelha é um dos mais conhecidos venenos dos Himenópteros. Os procedimentos modernos de bioquímica mostraram que se trata duma substância muito complexa.
Na pele dos animais e do Homem, a injeção do veneno provoca: dor, calor, tumor, rubor.
O veneno da Apis mellifera é uma mistura complexa de substâncias químicas com atividades tóxicas.
São agentes bloqueadores neuromusculares. Podendo provocar paralisia respiratória…

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A Amazônia Brasileira
(Amazônia Brasil) – A Amazônia continental é a última grande superfície contínua de florestas tropicais do planeta.

Com seus 7,9 milhões de Km², a Amazônia continental representa 5% da superfície terrestre do globo.

A Amazônia continental representa mais de 60% do que sobra das florestas tropicais do planeta Terra.

Oitenta países possuem florestas tropicais. O Brasil detém 1/3 das florestas tropicais que sobram no mundo.

A Bacia Amazônica representa 1/5 da água derramada no oceano por todos os rios do planeta. O rio Amazonas tem mais de 7 mil afluentes, e possui 25 mil Km de vias navegáveis.

A Bacia Amazônica cobre 3,89 milhões de Km² no território brasileiro, ou seja, 45% do país.

A Amazônia representa a maior biodiversidade do planeta. Ela abriga cerca de 25% das espécies vegetais e animais do mundo.

Existem mais espécies vegetais em 1 hectare de floresta do médio Amazonas que em todo o conjunto do território europeu.

Na Amazônia, o crescimento médio de uma árvore é seis vezes mais rápido do que uma árvore na Europa.

Existem aproximadamente 50.000 espécies de plantas das quais, 5.000 espécies de árvores tem diâmetro maior que 15cm (na América do Norte não existem mais do que 650)

Numa superfície de 100 hectares, botânicos identificaram 1.652 espécies vegetais das quais, 100 são totalmente novas para a ciência e das quais, 20 não foram nomeadas nem pela população local.

2/3 das espécies de lagartos da Amazônia só existem na Amazônia.

Existem 311 espécies de mamíferos na Amazônia, ou seja, 7% do total mundial.

Aproximadamente 1.000 espécies de pássaros, ou seja, 11% do total mundial (3º lugar no mundo).

A Bacia Amazônica é um santuário de peixes que agrupa 1.400 espécies identificadas, o que representa 25% das espécies de peixes do mundo.

OS POVOS DA FLORESTA

As populações tradicionais da Amazônia são as verdadeiras guardiãs da floresta. A sua presença é fundamental para conter o avanço da fronteira agropecuária e das ações predatórias do homem.

Apoiar estas comunidades e projetos locais é a melhor estratégia de futuro para a região.

Comunidades Extrativistas

São aquelas que vivem basicamente da pesca, da caça, do plantio de mandioca e da coleta de produtos da floresta, como fibras, cipós, remédios, frutas, cascas, gomas e resinas. Conhecem profundamente a natureza e a usam sem destruí-la, pois dependem dela para sobreviver.

Comunidades Indígenas

“…sou filho dos antigos Yanomami, habito a floresta onde viviam os meus desde que nasci e eu não digo a todos os brancos que a descobri! Ela sempre esteve ali, antes de mim. Eu não digo: ‘Eu descobri esta terra porque meus olhos caíram sobre ela, portanto eu a possuo!’.
Ela existe desde sempre, antes de mim. Eu não digo: ‘Eu descobri o céu!’. Também não clamo: ‘Eu descobri os peixes, eu decobri a caça!’. Eles sempre estiveram lá, desde os primeiros tempos. Digo simplesmente que também os como, isso é tudo.” Davi Kopenawa Yanomami

Os povos indígenas são os primeiros habitantes conhecidos da Amazônia. Eles detém o conhecimento ancestral da floresta e toda uma tecnologia de interatividade com o meio ambiente sem destruí-lo.

210 mil índios, 405 áreas que representam 20,5% do território amazônico e 98,5% de todas as terras indígenas do Brasil.

Comunidades da floresta

Mais de 6,5 milhões de pessoas vivem em áreas rurais na Amazônia, 30.000 comunidades extrativistas.

A grande maioria das comunidades extrativistas e índigenas vive em condições sociais precárias. Carecem de rede pública de saúde, remédios, saneamento básico, educação e de oportunidades de trabalho.

A maioria das Ongs e movimentos sociais conta apenas com trabalhadores voluntários.

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MAMÍFEROS

Cerca de 460 espécies de mamíferos brasileiros conhecidas até hoje, cerca de 130 vivem na Mata Atlântica. Possivelmente, 50 delas existem somente alí, ou seja, são endêmicas da Mata Atlântica. O Brasil é o terceiro país do mundo mais rico em mamíferos, perdendo apenas para a Indonésia e o México. Há cerca de 58 espécies de mamíferos brasileiros ameaçadas e 14 delas estão na Mata Atlântica.

Temos que preservar os nossos animais!!!!

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